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Chafariz

 

O chafariz, de primorosa confecção, é uma obra de arte da fundição do século XIX, pelo seu estilo um dos mais belos do interior de Minas.

 

Em l878, encontrando-se bastante precário o serviço de abastecimento de água na cidade, a Câmara de Queluz, sob a presidência do Barão de Queluz (Joaquim Lourenço Baêta Neves) decidiu sobre a reconstrução dos encanamentos, sendo encarregada desse serviço uma comissão que, entre outras providências, encomendou à Fundidora M. J. Medeiros Cia., do Rio de Janeiro, o projeto de um grande chafariz para o Largo da Matriz e mais quatro chafarizes pequenos, que foram colocados em outros pontos da cidade.

 
"O pedestal do Chafariz serviu ao pelourinho" 

O grande chafariz instalado no Largo da Matriz (único ainda existente) foi colocado sobre um pedestal formado por quatro degraus de granito (os mesmos que outrora serviram ao pelourinho, erigido a l9 de setembro de l790, quando da instalação da Real Vila de Queluz), e mede aproximadamente três metros de altura por um metro e meio de circunferência. Possuía quatro bicas de bronze. Abaixo das bicas havia quatro mesas, ou banquetas, redondas, trabalhadas em ferro, para apoio de latas e vasilhas, usadas no carregamento de água. Entre as mesas e as bicas havia um ornamento com folhas de fumo, em bronze. Na parte superior, uma grinalda de flores, que ainda se conserva, tendo de um lado com uma placa com a data de l88l e, do lado oposto, outra placa com o dístico latino “Assiduo vir propositi tenax omnia vincit” (O homem persistente de propósito tenaz tudo vence). No capitel, uma fruteira contendo diversos tipos de frutas, tendo ao alto um abacaxi. Com o passar dos tempos, desapareceram as bicas, as mesas e alguns ornatos da parte inferior.
 

"As luminárias de ferro"
Com a instalação da luz elétrica na cidade,em l9l7, foram afixados, no capitel do chafariz, quatro braços de ferro com luminárias. Retirados posteriormente, encontram-se no museu da cidade.