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Matriz Nossa Senhora da Conceição

 

 

 

(Vista frontal)

 

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição (de 1733), em estilo barroco. Em seu interior, estão sepultados, entre os restos mortais de outras figuras famosas, os do Barão de Pouso Alegre e o da baronesa, bem como as cinzas do seu filho, o Conselheiro do Império, Lafayette Rodrigues Pereira, patrono da cidade, autor de consagradas obras de Direito.

 

"A Matriz é o mais valioso patrimônio de Lafaiete"

O atual templo foi construído a partir de 1732. Testemunha do passar dos tempos, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição é o mais valioso patrimônio artístico de Conselheiro Lafaiete. Fica localizado entre duas praças: a Praça Barão de Queluz e a Praça Tiradentes. Permite um interessante estudo da história da arte brasileira pois apresenta, no painel do altar-mor e nos retábulos e altares, características das três classes barrocas do Brasil-Colônia e de outras estéticas posteriores que configuram o processo histórico de mais de duzentos e cinqüenta anos. 

"Todos os retábulos são de madeira"

No passado, eram em grande parte recoberto por ouro, hoje sob pinturas recentes. O trono atualmente possui quatro lances, porque provavelmente foram tirados um ou dois para dar visão a decoração feita no fundo do altar em 1960, em estilo rococó.

 

 

 

 

No altar-mor, o retábulo, provido de arquivoltas concêntricas, é decorado com hastes e folhas de paineira, vergônteas e lírios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dois belos e grandes pelicanos localizam-se, um a direita e o outro a esquerda, no painel frontal de madeira. Simbolizam a Mãe-Igreja alimentando os seus filhos com o próprio sangue (o sangue de Jesus Cristo), a semelhança do que fazem os pelicanos, de acordo com a lenda.

 

 

 

 

 

 

 

Nos altares que ladeiam o arco do triunfo, belos dosséis caracterizam bem o estilo joanino, apresentando uma curiosidade: os dosséis saem da boca de uma carranca.

 

Talvez o artista desconhecido tenha esculpido na madeira uma metáfora que poderia ser o povo (a carranca) rejeitando a realeza (o dossel) ou “a realeza está tirando sua riqueza (a comida) da nossa boca”, frase que estava presente nas conversas dos carijós quando, em fins do século XVIII, o ouro escasseou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesses retábulos reinam as curvas, erguem-se colunas espiraladas, pseudo-salomônicas, recobertas de folhas e flores estilizadas; pássaros, como a fênix, símbolo da Ressurreição, dragões e outros. É uma profusa decoração fito e zoomórfica. Há espalhados belos e delicados rostos angelicais e quatro anjinhos de corpo inteiro de grande beleza.

 

"Altares do barroco mais despojado"
Os altares da nave já são do barroco mais despojado, com manifestações do rococó. Neles há velários em estilo acadêmico, representando Jesus no Horto e Maria junto à Cruz, pintados pelo mesmo autor dos quadros das paredes próximas ao altar-mor, Guilherme Shumaker, um artista alemão também autor das pinturas da Igreja São José de Belo Horizonte.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jesus no Horto das Oliveiras – pintura de Shumaker

 

 

 

 

 

 

 

 

A imagem do Senhor dos Passos vinda de Portugal no século XVII, tem o sangue da testa e das mãos encarnada em ouro, sendo que apenas em Ouro Preto e em Salvador, na Bahia, existem tal característica de grande atração turística.

 

 

Material fornecido pela Secretaria de Educação e Cultura de Conselheiro Lafaiete - MG