O local onde hoje se localiza o Hospital Queluz, localizava, a Santa Casa
de Misericórdia, fundada em 1908.
O primeiro banco inaugurado em Conselheiro Lafaiete foi o Crédito Real e
seu primeiro gerente o Sr. Romanelli.
Dr. Assis Andrade que morava na rua que hoje possui o seu nome, foi um
dos médicos fundadores do Hospital Queluz e também Juiz. O fórum da nossa
cidade também possui seu nome em homenagem a ele.
Rui
Barbosa em campanha como candidato civil à Presidência da República
(contra o militar Hermes da Fonseca), esteve aqui em 1910, quando se
hospedou num hotel, batizado por ele de Haya, e que existe até hoje na Rua Marechal Floriano
Peixoto.
Lafayette
Rodrigues Pereira e o Imperador foram presenças de destaque na
inauguração da EFCB em Lafaiete, cujo nome primitivo era Estrada de Ferro
Dom Pedro II.
Conselheiro Lafaiete é a
décima cidade em qualidade de vida do Estado
de Minas Gerais a 4ª cidade de Minas, incluindo a Capital Belo
Horizonte,
com os melhores índices de alfabetização
O primeiro sacerdote da
Matriz Nossa Senhora da Conceição foi o vigário
Simão Caetano de Morais Barreto.
Em
1909 foi inaugurado na Avenida Furtado um Prado de Corrida de Cavalos.
O
primeiro coreto da cidade localizava-se na antiga travessia da Central do
Brasil, próximo a Praça Getúlio Vargas.
Em
1918, após a Primeira Guerra Mundial, a cidade foi contagiada por uma grande epidemia chamada “Gripe
Espanhola”que matou considerável parcela da população queluziana, que
também ocorreu em todo país.
O
primeiro calçamento a paralelepípedo da cidade foi na antiga Rua Tavares de
Melo, no trecho hoje denominado de Melo Viana.
A
primeira rodoviária da cidade era triangular e se localizava na Praça Getúlio
Vargas.
A
Bandeira do Município foi criada em 1970, juntamente com o Brasão.
Na
década de 30 nossa cidade era chamada de Queluz de Minas pelas pessoas que
moravam acima da travessia da central e de Lafaiete, pelas que moravam na parte
de baixo. A mudança repentina do nome da cidade para Conselheiro Lafaiete foi
considerada arbitrária por muitos queluzianos tradicionais.
A rivalidade
entre as populações das duas partes da cidade (alta e baixa) era tão grande que os
jovens de ambos os lados brigavam quando um invadia o
"território" do outro.
O
apelido original da praça São Sebastião era “Varginha” pois como baixada,
formava uma várzea. Depois que foi construído o jardim, o povo a apelidou de
“Quitandinha” em alusão ao hotel com esse nome que existe em Petrópolis.
Campo
Alegre dos Carijós é o nome primitivo de Conselheiro Lafaiete.
Bernardo Guimarães inspirou-se e escreveu o célebre romance
“Escrava Isaura”, publicado em 1875, em Queluz de Minas. Nessa época, o grande romancista residiu em Queluz, na atual rua Barão de Suassuí.
Nasceu
na atual rua Barão de Suassuí, Afonso Silva Guimarães, poeta famoso, que foi o primeiro lafaietense a ingressar na Academia Mineira de Letras, considerado em sua época, o maior romancista mineiro.
No século XIX, uma família de músicos residia em uma casa ao lado da Matriz de “Nossa Senhora da Conceição”. O maestro Loureiro e seus filhos tinham uma orquestra de violinos e costumavam tocar na praça. Um deles, José, foi estudar no Rio de Janeiro. Quando Carlos Gomes, depois do estrondoso sucesso de
“O Guarani” na Itália, veio executar a célebre música no Brasil, considerava apenas dois maestros brasileiros à altura de reger a orquestra. Entretanto, um estava doente e o outro, viajando. A escolha para a realização de tão importante tarefa recaiu, então, na pessoa do queluziano José Loureiro de Albuquerque, que regeu, no Rio de Janeiro, uma orquestra com 80 figuras.
“O Guarani”
seria apresentada em Ouro Preto. Devido a fortes chuvas, a orquestra teve que pernoitar em Queluz. Antes de prosseguir a viagem, ela executou a belíssima peça musical no Largo da Matriz (atual praça Barão de Queluz). Assim, os queluzianos tiveram a honra e a felicidade de assistir a uma das
primeiras exibições de “O Guarani” no Brasil.
Queluz de Minas era também chamada “A terra das violas”, pela excelência desses instrumentos aqui fabricados, com fama internacional, tendo participado da Exposição de Pensilvânia (EUA), na primeira década do século. O nome de “Queluz” para violas equivalia ao de “Stradivarius” para violinos.
O soneto “Ato de Caridade” do queluziano Djalma Andrade foi considerado pela Academia de Letras de Portugal como um dos doze sonetos mais bonitos da língua portuguesa.